
Nascido e criado fora da cidade de Nova Iorque no Condado de Westchester, foi um dos filhos do meio de uma família de quatro crianças. Recebeu aulas numa escola católica de New Rochelle dirigida pela Irmandade Cristã da Irlanda. Em 1964 seus pais se separaram, experiência tão traumática para ele que logo saiu de casa. Foi a última vez que viu seu pai. William voltou a falar com a mãe sete anos depois.
Fraudes bancárias
Seu primeiro golpe foi fazendo cheques sem fundo, que descobriu que era possível quando foi forçado a fazer cheques com quantias superiores ao que tinha guardado. Isso, entretanto, funcionou até a hora que o banco parou de emitir mais cheques, o que fez com que abrisse mais contas em bancos diferentes, eventualmente criando novas identidades para isso. Durante este período ele experimentou e desenvolveu diferentes técnicas de fraude, como imprimir seus próprios cheques, cópias quase perfeitas dos originais, usando-os e persuadindo os bancos a liberar dinheiro que nunca se materializou, visto que todos os cheques eram devolvidos.
Voando sem pagar
Por um período de dois anos Abagnale se disfarçou como o piloto da companhia aérea Pan Am “Frank Williams” para obter voôs de graça pelo mundo por deadheading (pilotos ganham viagens de graça para outras cidades pelo mundo por outras companhias aéreas como cortesia quando precisam fazer vôos nestas cidades) em vôos normais. No primeiro destes vôos, não sabia onde estava seu assento. Uma aeromoça teve o privilégio de mostrar a Abagnale onde estava o assento. Ele conseguiu fazer um cartão de identificação falso da Pan Am através de um modelo e um certificado de piloto da FAA (Federal Aviation Administration). Ele também conseguiu um uniforme da Pan Am fingindo ser um piloto autêntico que perdeu seu uniforme.
Prisão
Abagnale foi preso na França em 1969 quando uma comissária da Air France reconheceu seu rosto em um cartaz de procurado. Quando a polícia francesa o apreendeu, todos os 26 países em que cometeu fraude pediram sua extradição. Primeiramente ficou seis meses na Casa de Detenção de Perpignan na França, onde quase morreu.
Depois foi extraditado para a Suécia onde ficou por um ano na Prisão de Malmö por falsidade ideológica. Mais tarde, um juiz revogou seu passaporte americano e o deportou para os Estados Unidos para prevenir futuras extradições. Abagnale foi sentenciado a 12 anos de prisão em uma penitenciária federal por várias modalidades de fraude e falsidade ideológica.[5]
OBS: Diferente do filme, em que ele é preso em uma gráfica, falsificando vários cheques.
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